Ainda camuflado, T-Cross é o SUV da VW

A onda de SUVs cresce no Brasil. O futuro T-Cross chega camuflado mas já, já estará na garagem de muitos brasileiros. Derivado da plataforma MQB, a mesma de Polo, Virtus, Golf e Jetta, o crossover T-Cross surgirá com duas opções de motores TSI, de injeção direta de combustível e turbocompressor.

A Volkswagen prepara o T-Cross com a opção do motor 200 TSI Total Flex, de até 128 cavalos com etanol, e do propulsor 250 TSI Total Flex, que gera potência de até 150 cavalos. O T-Cross já está em fase final de testes e avaliações no Brasil. O modelo vai redesenhar o mundo dos SUVs no mercado brasileiro, com dimensões compactas e construção inteligente.

A estreia mundial oficial do T-Cross ocorrerá ainda no segundo semestre deste ano. A Volkswagen revela os primeiros detalhes deste SUV, que está quase pronto para a produção em série. O veículo será feito em São José dos Pinhais (PR), que ganhou um investimento de R$ 2 bilhões. Os planos são de  pelo menos cinco SUVs completamente novos a serem lançados na região até 2020.

A plataforma da Estratégia Modular MQB valoriza comportamento dinâmico, cabine espaçosa e maior conforto nos modelos. O T-Cross mede 4.199 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (10 mm mais alto que o T-Cross europeu). A distância entre os eixos do modelo que será produzido no Brasil é a maior do segmento: 2.651 mm (88 mm a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu). Sendo assim, o T-Cross é consideravelmente maior do que o Polo, cujas dimensões são: 4.057 mm de comprimento, 1.468 mm de altura e 2.565 mm de entre-eixos.

O novo SUV tem capacidade do porta-malas de 373 litros a 420 litros). O encosto dobrável do banco do passageiro dianteiro oferece ainda mais flexibilidade. Típica de um SUV é a posição elevada dos assentos no T-Cross. O ângulo de visão elevado do T-Cross é obtido graças a uma maior altura livre do solo e ao sistema de bancos. O veículo vem com uma grade ampla e faróis de LED integrados. Nas versões do T-Cross com faróis halógenos, a luz de condução diurna é integrada no módulo dos faróis de neblina; já no caso de faróis full-LED, a luz de condução diurna encontra-se acima, na carcaça do farol.

 

 

 

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