Caoa Chery bate recorde de vendas em março

A Caoa Chery comemora mais um recorde de vendas. Em março, a montadora emplacou 1.414 veículos e alcançou o índice inédito de 0,71% de Market Share. O resultado representa um crescimento de 7,8% nas vendas em relação a fevereiro. No acumulado do ano, a Caoa Chery fecha o primeiro trimestre com 3.724 unidades comercializadas, 270% a mais do que o registrado nos três primeiros meses de 2018, quando a empresa emplacou 1.006 unidades.

O Tiggo 5X, que fez sua estreia nas concessionárias há poucos meses, fechou o mês de março como o veículo mais vendido da Caoa Chery. Foram comercializadas no período 531 unidades que representam um aumento de 37,2% em relação ao mês anterior. Para Marcio Alfonso, CEO da Caoa Chery, o bom desempenho do Tiggo 5X demonstra o acerto da marca em oferecer ao consumidor brasileiro produtos alinhados as suas necessidades. “Essa rápida aceitação no mercado comprova que a marca vem se mostrando competitiva, especialmente no mercado de SUVs, que é o que mais cresce no Brasil’, comenta o executivo.

Foi nesta categoria de veículos que a Caoa Chery estreou no mercado nacional com o Tiggo 2, que logo se tornou um sucesso de vendas. Em seguida foi lançado o Tiggo 5X e, mais recentemente o Tiggo7, que começou a ser vendido em fevereiro e já conta com 121 unidades emplacadas. No segmento de sedans, a Caoa Chery apresentou o Arrizo 5 no ano passado, modelo que também vem contribuindo para o crescimento da marca.

Na média de vendas diárias, a Caoa Chery também conseguiu bons resultados, com crescimento de 19,7%, média superior, inclusive, a do mercado, que apresentou evolução de 16,7%. Em março, a montadora sustentou ainda a 14ª posição no ranking das marcas mais vendidas do País. “Iniciamos 2019 com metas bastante otimistas para o setor e os resultados desse primeiro trimestre demonstram que estamos no caminho certo, com um portfólio sólido, com produtos de alto valor agregado, e investindo fortemente na expansão da nossa rede de concessionárias e nos serviços de pós-venda”, analisa Marcio Alfonso.

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