Tracker x Creta

Os crossovers continuam sendo a bola da vez no Brasil. No ano passado, surgiram Jeep Renegade, Honda HR-V, Peugeot 2008 e Suzuki S-Cross. Todos contra o pioneiro EcoSport, da Ford. No ano que vem chegam mais três: o novo Chevrolet Tracker, Hyundai Creta e Honda WR-V.
No Salão de SP 2016, o público sempre vai encontrar um SUV. Autos&Motos emparelhou dois: o Creta, da Hyundai, e o Tracker, da Chevrolet.
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A marca americana tem a forma para produzir utilitários esportivos. No Brasil, os modelos são menores. Já a Hyundai tem apostado no visual dos seus carros. Aproveitando o sucesso dos carros da família HB20, a marca sul-coreana anunciou a produção do Creta em sua fábrica de Piracicaba e início das vendas já para janeiro do ano que vem no mercado nacional. 
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A Hyundai confirmou que o Creta será vendido com a opção dos motores 1.6 e 2.0, ambos flex. O crossove compacto chega em janeiro com preço na faixa dos R$ 80 mil na versão de entrada com motor 1.6, o mesmo que equipa o HB20. No entanto, ganhou recalibração para render 130 cavalos com etanol, acoplado ao câmbio manual de seis marchas.
O crossover Creta terá também configurações com transmissão automática de seis velocidades. O motor é o 2.0, tirado do atual Elantra (que também empresta a plataforma). Assim, o Creta 2.0 bebe também etanol e gera até 166 cavalos. O utilitário da Hyundai já é comercializado na Rússia, Ásia e América Central com a mesma base e visual.
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O Creta tem visual moderno e em com luz diurna em led integrada aos faróis, faróis de neblina posicionadas na horizontal, além de para-choques e barras de tetos redesenhados. Entre os itens, estão lá seis airbags, controles de estabilidade e de tração, partida por botão, monitoramento de pressão dos pneus e faróis com fachos adaptativos em curvas.
Na cola do Creta e dos demais SUV´s urbanos, o Chevrolet Tracker quer se diferenciar pela conectividade e pelo conjunto mecânico. O Tracker 2017 usa a tecnologia já disponível da dupla Onix e Prisma. Tem sistema multimídia MyLink de segunda geração com Apple CarPlay e Android Auto. A tela é de sete polegadas e o controle do volume passa a ser físico. Há o sistema OnStar, que oferece rastreamento e atendimento de concièrge, igualzinho ao sedã Cruze e a picape S10.
O novo Tracker chega nas versões LT e LTZ com o motor 1.4 turboflex, de 153 cv e 24,3 kgfm, acoplado ao câmbio automático de seis marchas, o mesmo conjunto mecânico do Cruze. O propulsor tem sistema de injeção direta de combustível, do comando variável de válvulas e tecnologia start/stop, que desliga o motor em paradas rápidas no trânsito.
O Tracker 2017 ganha mimos como teto solar elétrico, direção elétrica e lanternas em led. Nas versões mais caras, pode receber até alerta de ponto cego, câmera de ré com alerta de movimentação traseira e acionamento da ignição por botão no painel. O visual do Tracker é mais vistoso agora, com detalhes novos no capô, grade, para-choque e faróis. A versão LTZ traz uma linha de leds pontilhados na base dos faróis. A dianteira exibe bocão com cinco filetes e a gravatinha da marca fica acima da grade frontal.

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