Fui para Maracangalha, fui sim senhor!

O sábado em Salvador amanheceu com chuva fina, chata. Aquele dia que acaba com qualquer tipo de programação, num é verdade? É nada…Na quinta-feira, meu cunhado Albert Fonseca já havia me chamado para fazer uma trilha 4×4 lá pelas bandas de Maracangalha

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      O sábado em Salvador amanheceu com chuva fina, chata. Aquele dia que acaba com qualquer tipo de programação, num é verdade? É nada…Na quinta-feira, meu cunhado Albert Fonseca já havia me chamado para fazer uma trilha 4×4 lá pelas bandas de Maracangalha, cidade imortalizada pelo bom baiano Dorival Caymmi.

      Na sexta, fui dormi cedinho, por volta das 23 horas. Para quem vai pra cama depois da meia-noite, o horário é cedo, muito cedo. Acordei e olhei logo para a janela no quarto. Chuvisco, depois chuva, sol se escondendo entre as nuvens. Um bom dia para botar o Suzuki Grand Vitara na lama. E Albert acordou também animado, e mandou logo uma mensagem dizendo que passaria por volta das 7h30 da manhã, para sair em direção ao ponto de encontro no posto de combustíveis no restaurante Rei da Pamonha, na BR-324. Todos reunidos, então seguimos viagem para cair nas estradas de lama de Maracangalha.

      Desta vez, fiz o papel de Zequinha, nada de volante. É sábado e  estou de folga. Como o cunhado está fominha por trilha e a fim de ver as qualidades do seu 4×4 levantado e com pneus MUD. Nem fiz questão de pedir para dirigir. Aproveitei ao máximo os trechos de lama. Logo na primeira descida para abrir uma porteira, nem quis saber como ficaria meu par de botas. Meti logo os dois pés no chão, saindo do carro correndo para liberar o trajeto.

     A turma do Toyers do Brasil em Salvador é show, e não deixa um fim de semana em branco. Na trilha, foram apenas sete carros, entre modelos T4, Hilux, Grand Vitara e os cultuados Jeep e Bandeirantes.

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