Qual o melhor carro para fazer trilhas?

Por Samuel Daud

Em 1940, durante os esforços americanos na segunda guerra, surgiu o jeep ou jipe, veículo leve com propulsão nas quatros rodas. A ideia inicial era parar ser um utensílio simples, fácil de montar, desmontar, transportar dentro de aviões cargueiros e, acima de
tudo, muito útil. O seu formato de boas dimensões com tudo calculado para o uso em situações extremadas, servindo como mesa, cama, transporte de soldados e dos equipamentos militares.

Com o fim da guerra, esses veículos se popularizaram, e outras marcas também desenvolveram outros modelos, com novas concepções. Passados mais de 79 anos do primeiro protótipo, a Industria automotiva vê agora um grande mercado consumidor para o uso militar e, principalmente, para o uso civil – que englobam as necessidades diárias (zonas rurais) como recreativas e esportivas de automóveis fora de estrada.

Nesse cenário, os jipeiros mais antigos preferem modelo simples, com pouca tecnologia embarcada, alegando que “eletrônica demais não combina com off road”; e de fato, quanto mais complexo, mais difícil é o seu conserto, a reposição de peças e, principalmente, o custo.

O dilema da indústria é como agradar os consumidores, procurando inovações, sejam em segurança, conforto, design, potência, sem perder o espirito jipeiro que conquistou uma legião de seguidores.

E você jipeiro, como escolher um 4×4 com tantas opções hoje no mercado? Essa é sempre a pergunta que ouvimos: “qual o melhor carro para fazer trilha?” A resposta é difícil, pois o aventureiro tem que ver seu perfil, que tipo de trilha gosta de fazer (extreme, passeios leves, trilhas radiais, expedições). Certamente um modelo se enquadra no seu estilo de vida e bolso, mas a única certeza que todo piloto tem é que vai atolar e terá alguém para filmar e contar essa história para os amigos que ficaram com inveja de suas aventuras.

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