S10 High Country, a topo da gama

A picape S10 é uma referência no segmento. A preferência nacional tem a ver com a versatilidade da S10 no transporte de carga e, nos últimos dois anos, na capacidade de renovação e de oferta de equipamentos inéditos.

A Chevrolet quer mais e oferece a S10 2017 com novidades a mais no OnStar e no MyLink 2, a dupla de dispositivos mais modernos do mercado brasileiro e que possibilita o uso da tecnologia por meio do smartphone e dos sistemas operacionais Android Auto e Apple CarPlay.

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A cereja do bolo da S10 é a versão High Country, a topo da gama. Além do visual mais incrementado, a picape S10 High Country tem o bom motor motor 2.8 turbodiesel, de 200 cavalos de potência a 3.600 rpm e 51 kgfm a 2 mil giros, gerenciado por um câmbio automático de seis velocidades com active select e sistema de tração 4×4.

Nada de oferecer uma picape para quem gosta apenas da roça e fazenda. O picapeiro quer e exige também um pouco de luxo, comodidade e pacote cheio de itens para circular nas baladas da cidade. Com pegada da picapona americana Colorado – um ícone no mercado dos Estados Unidos -, a S10 brasileira quer jogar poeira na Ford Ranger e, principalmente, na Toyota Hilux, duas rivais que já estão reestilizadas e cheias de novidades também.

 

A S10 High Country bebe na fonte do quanto mais, melhor. Assim, a Chevrolet retrabalhou seu conjunto de suspensão, incorporando novos amortecedores, barra estabilizadora mais rígida e molas recalibradas. A dirigibilidade ganhou reforço ainda com a inédita direção elétrica, substituindo a antiga hidráulica, pneus verdes de aro 18″ e diminuição de peso, deixando a picape “mais magrinha” (35 kg a menos) e, ao mesmo tempo, mais imponente, destacando as linhas mais robustas na parte frontal e na traseira.

O motor motor 2.8 turbodiesel gera 200 cavalos de potência
O motor motor 2.8 turbodiesel gera 200 cavalos de potência

A Chevrolet caprichou na versão topo da gama da picape, que sai por R$ 167.490 e entrega controles de estabilidade e tração, assistente de partida em aclives,  acionamento automático de faróis e limpadores de para-brisa. Seu conjunto frontal reforça ainda mais as luzes diurnas em LED. No interior, destaque para o acabamento e itens que não são mais mimos, como ar-condicionado automático digital,  alertas de mudança de faixa e anticolisão, câmera de ré,  retrovisores externos com rebatimento elétrico, retrovisor interno antiofuscante, além de sensores de estacionamento e multimídia com tela de 8 polegadas e navegação GPS integrada. O pacote visual valoriza o rack de teto, rodas de liga leve aro 18 com pneus 265/60.

O maior diferencial da Chevrolet, é a oferta do OnStar e do My Link 2. A ordem é popularizar o que já é uma exigência do mundo moderno: a conectividade. A picape deixa o motorista com mais de 20 serviços, incluindo Emergência, Segurança, Navegação, Concierge e a tão baladada Conectividade. Basta apertar num botão no retrovisor interno para ser atendido por uma pessoa da equipe OnStar. Assim, a S10 fica quase imbatível.

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Briga das picapes com “pegada americana”

Ranger XLT (47)

A Ranger 2017 tem uma missão complicada no mercado brasileiro. A Ford mira a Hilux e quer desbancá-la com tecnologia embarcada e visual robusto e esportivo. A missão é para os fortes, e a nova Ranger quer passar a rival Hilux. Para tanto, a picape feita em Pacheco (Argentina) incorporou visual remoçado, com elementos esportivos e robustos, e mais itens tecnológicos e mimos extras para motorista e demais passageiros.

O modelo é global e é produzido também na China, Tailândia, África do Sul e na Índia. A Ranger 2017 chegou nas versões XLS, XLT e a topo da gama Limited. A Ford oferece a Ranger com preços que vão dos R$ 99.500 a R$ 118.500 na configuração flex e entre R$ 129.900 e R$ 179.900 para versões a diesel, todas com cabine dupla.

A Ford aposta na tecnologia embarcada. O pacote de itens da Ford inclui diferenciais para todas as versões, que já vêm com sete airbags, direção elétrica progressiva e controle eletrônico de estabilidade. A garantia subiu de três para cinco anos. A conectividade está no novo multimídia e sistema Sync, com recursos de entretenimento, CD/MP3 player, entrada USB, bluetooth, comando de voz para áudio e o uso do smartphone. A Ford oferece ainda o sistema de assistência de emergência, que pode fazer ligações para o SAMU, por meio do celular pareado, e o AppLink, com 17 aplicativos já instalados e que podem ser usados na tela colorida de 4,2 polegadas.

Ranger XLT (5)

A Ranger vem equipada com a opção do motor 2.5 flex, de 173 cv e torque de 245 Nm, e câmbio manual de cinco marchas. É ofertada ainda com o motor 2.2 Duratorq, de 160 cv – são 10 cv a mais – e torque de 385 Nm, além do 3.2 Duratorq com sistema turbodiesel para gerar 200 cavalos e 470 Nm, acoplado ao câmbio automático de seis velocidades e a tração 4×4. A picape tem capacidade de imersão de 80 cm em trechos alagados.

De série, a Ranger Limited vem com tração 4×4 sob demanda com diferencial traseiro blocante e marcha reduzida. Tem também farol alto automático, sete airbags, controle de tração e de estabilidade, além de sensor de chuva, assistente de frenagem emergencial, de partida em rampas e eletrônico de descida. Possui ainda piloto automático adaptativo com alerta de colisão e o inédito alerta de manutenção de faixa, item ofertado em carros semi-autônomos para garantir a segurança do motorista demais passageiros. Há sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré com gráficos dinâmicos na tela do multimídia, ar-condicionado automático digital, além de vidros, travas e retrovisores externos elétricos, retrovisor interno antiofuscante e sensor de chuva.

A fabricante instala rodas maiores e exclusivas para as três versões – são agora de 17″ e 18″. A Ranger Limited sai de fábrica com rodas de liga leve aro 18 com pneus de uso misto, além de santantônio, estribos laterais, protetor de caçamba,  capota marítima e bagageiro de teto.

 * Matérias publicadas no Jornal A TARDE

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