Sandero Tech Run no mundo tecno

O Sandero Tech Run é um hatch moderninho. Tem pacote de equipamentos, motor 1.0 flex e um moderno multimídia NAV Media para conectividade e diversão de quem está a bordo

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Em 2007, o Sandero surgiu como grande novidade anunciada no Salão de Frankfurt, na Alemanha. Fruto da romena Dacia, marca controlada pela Renault, o hatch chegou ao Brasil no plano de expansão dos carros compactos – incluindo o sedã Logan e o jipinho Duster – para mercados emergentes.

Prestes a incorporar as novas linhas do irmão Logan – remodelado no fim do ano passado –, o Renault Sandero é hoje o modelo mais vendido da Renault no país.
O Sandero bate de frente com concorrentes de peso, como Palio, Gol, Onix, Etios, March, HB20, entre tantos outros. Posicionado no bolo dos hatchs de entrada, o Sandero Tech Run é uma versão arrumadinha do carro da Renault. Usa a mesma estratégia de apliques na carroceria e detalhes diferenciados no interior, igualzinho ao irmão Sandero GT.

O nome Tech Run está em várias partes do carro – na direção, na parte superior das portas dianteiras, logo abaixo dos retrovisores. O hatch destaca-se pelo tom azulado nas laterais dos bancos e dos cintos de segurança, volante de três raios cromado e moderno Media NAV, com tela sensível ao toque de sete polegadas. A Renault oferece esta versão apenas com o motor 1.0 16V Hi-Flex, de 77 cavalos de potência máxima e força de torque de 10,1 kgfm (etanol).

De fato, é um hatch urbano, bem equipado e de visual agradável. Com preço a partir de R$ 37 mil, o Sandero Tech Run traz, entre os itens de série, direção hidráulica, ar-condicionado, air bag duplo, freios ABS, rodas de liga de 14” (tem opção de rodas de 15” com pneus 185/65), escapamento de ponteira cromada, faróis de neblina e lanterna com máscara negra. Isso é mais do que o básico entre os carros bem equipados no nicho dos hatchs compactos no Brasil. Sem tanto luxo no interior, o Sandero Tech Run aposta no acabamento razoável para um modelo desenvolvido para mercados emergentes.

Além disso, o hatch traz ainda banco traseiro rebatível, computador de bordo e vidros e travas elétricos.

Desempenho

Mecanicamente, o Sandero Tech Run é um carro justo. Vem com o motor 1.0 Hi-flex, de 77 cavalos de potência máxima, acoplado ao câmbio manual de cinco marchas. O “coração” é pequeno, mas “bate” bem. Depois da segunda e terceira marchas, o hatch fica com uma tocada melhor, longe de ser a de um motor de um litro e mais perto do rendimento dos propulsores maiores (1.4 e 1.6).

No entanto, a troca de marchas não é tão precisa para o rendimento adequado do motor. O que mais incomoda no Sandero é realmente a embreagem, mais dura do que o normal. Para um carro urbano, usado em situações de engarrafamento, o motorista tem esforço dobrado, e isso castiga a panturrilha da perna esquerda.

Para deixar esta sensação de lado, a parte tecnológico agrada aos ouvidos do motorista e demais passageiros. Equipando modelos da Renault (Duster, por exemplo), o Media Nav tem uma tela de sete polegadas sensível ao toque instalada no painel, fazendo jus ao sobrenome Tech Run do Sandero.

Com o sistema moderno, é possível acessar o GPS, rádio, Bluetooth, além de ter também uma entrada auxiliar. Há quatro alto-falantes e comandos do sistema de som na coluna de direção. Entre as várias funções, o Media Nav traz GPS – com hora programada para chegada ao destino, distância a percorrer e velocidade média. Além disso, o display é colorido. O equipamento tem bluetooth) e entrada USB.

O Sandero Tech Run está disponível em quatro diferentes cores: prata-etoile, vermelho vivo, preto-nacré e branco-glacier. A garantia é de três anos.

* Esta matéria foi publicada no Jornal A TARDE

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