T-Cross é o 1º SUV compacto da Volks

Fruto da plataforma MQB, a mesma do Polo e do Virtus, o inédito T-Cross é o futuro SUV compacto da Volkswagen no Brasil. A fabricante alemã fez um avant-première do modelo que será destaque no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que abre as portas para o público de 8 até 18 de novembro, no São Paulo Expo, na Rodovia Imigrantes.

Roberto Nunes, em São Paulo

 

O novo T-Cross chega ao mercado brasileiro no ano que vem e vai também ser vendido nos países do Mercosul. Produzido na fábrica de São José dos Pinhais (Paraná), o Volkswagen T-Cross é a aposta da marca no segmento de SUV´s urbanos. Enfim, a VW apresentou a versão final do modelo, que ganhou formas como conceito no última edição Salão de São Paulo em 2014. Agora, o carro foi revelado em uma ação simultânea em São Paulo, Amsterdan e Xangai.

O T-Cross faz parte do plano de expansão da Volkwagen, que já anunciou investimentos de 2 bilhões para lançar cinco SUV´s até 2020. O primeiro foi o Tiguan e agora surge o novo T-Cross, que será lançado no primeiro semestre do ano que vem.

O SUV tem visual moderno e arrojado e chega para brigar com Ford EcoSport, Jeep Renegade, Hyundai Creta, Nissan Kicks e uma legião de modelos. É um carro bem conectado e, entre os destaques, estão o painel totalmente digital, seletor de eprfil de condução, controle de estabilidade, bloqueio eletrônico do diferencial, Parque Assist, suporte para celular, quatro entradas USB, seis airbags e iluminação da cabine em LED.

O suvinho vira SUV com dimensões agradáveis para quem deseja um modelo compacto, conectado e de visual modernoso. Sua distância de entre-eixos é de 2,65 metros, a mesma do irmão de plataforma Virtus. Para quem senta no banco traseiro, o espaço é bom e é possível transportar tranquilamente três adultos no T-Cross. Tem 4,199 metros de comprimento e 1,568 metro de altura. O carro “brasileiro” é maior em altura – são 9 cm a mais – e tem 8,8 cm a mais na distância de entre-eixos.

A Volkswagen aposta na opção dos motores 1.0 e 1.4. O motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cavalos, com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm) – será o maior torque da categoria. Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic e aletas (“shift paddles”) para trocas no volante. Já o motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cavalos a 5.500 rpm, com etanol. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm. Esse motor poderá ser combinado à transmissão manual ou à automática com função Tiptronic (também com as aletas no volante), ambas de seis marchas.

  • O pacote de equipamentos inclui ar-condicionado digital, partida com botão, faróis de LED e LEDs diurnos (DRL), teto solar panorâmico, rodas de 16 ou 17 polegadas, assistente de estacionamento, sensor dianteiro e traseiro de estacionamento, além de alerta de fadiga do motorista, sistema de som da marca Beats, saídas de ar traseiras, 4 entradas USB, seletor de modo de condução, start stop (só no 1.4), central multimídia de 8 polegadas (opcional) e virtual cockpit (opcional). Isso tudo na versão mais cara.
  • O leque de cores tem branco, preto, prata, cinza, vermelho, bronze, laranja e azul. O T-Cross chega com preço entre R$ 80 mil e R$ 110 mil. Haverá uma versão para o público PCD (Pessoas com Deficiência), abaixo de R$ 70 mil, de acordo com a legislação brasileira.

O jornalista viajou a convite da Volkswagen do Brasil

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