Fórmula 1: mudando para o mesmo e a teoria da conspiração

Por Durval Pereira

Nos anos 80 e 90, em uma festa em Buenos Aires para “azuar” um jornalista, o piloto brasileiro Nelson Piquet disse que as corridas da Fórmula 1 eram “arranjadas”. Ou seja: seus resultados eram pré-determinados. Deu um certo auê e a galera da teoria da conspiração se esbaldou. Agora, depois de vir dominando por anos a F-1, sem concorrente nem com um carro igual, o inglês Lewis Hamilton simplesmente comete erros grosseiros em sequência. Resultado: a quebra (igualdade) do insano recorde de vitórias do alemã Schumacher ficou para ser na Alemanha, a CASA DA MERCÊDES, QUINTAL DO SCHUMACHER.

Imaginou a carga emocional? Está difícil falar de corrida, largou, trocou pneu, chegou e as Mercedes continuam imbatíveis seguida de longe pelo Verstappen. Então vamos falar do Hamilton que invocou querer ser um líder mundial agora e escolheu o caminho mais fácil e canhestro: o racismo.

Primeiro com a palhaçada de se ajoelhar no grid de largada, depois no apoio irresponsável ao black Lives Matter e, por fim, imitando o gesto do protesto Black Power nas Olimpíadas de 1968. Então não vejo dificuldades em imaginar que igualar o Schumacher na Alemanha traria o efeito que ele mais procura agora. Sacudir a net pois o campeonato já está ganho.

 

Não existe adversário à vista e somente a história para escrever ou tentar impingir. Dá até um arrepio lembrar que nessa sequência o próximo passo teria algo de trágico e não alvissareiro já que tanto Ayrton Senna, que ele tanto admira, quanto o Schummi, que ele está querendo superar, concluíram seus ciclos marcantemente como sabemos. Lúgubre mas real.

Durval Pereira.é comentarista Automobilístico

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