Roberto Nunes
Fruto do projeto de nacionalização de veículos iniciado em 2015 no Brasil, o Renegade atinge sua maturidade no mercado com mais de 600 mil unidades vendidas no Pais. Renovado e com a opção do motor híbrido leve, o SUV compacto Renegade veste a roupagem Sahara MHEV como configuração topo da gama com tração 4×2. De perfil mais urbano, o Renegade Sahara MHEV tem desempenho surpreendente com média de consumo na faixa dos 15 km/l (gasolina).

AUTOS E MOTOS pegou a estrada com o Renegade Sahara MHEV para uma aventura na Chapada Diamantina, na Bahia. Compacto, recheado de equipamentos e novos itens de comodidade e de conectividade, o Renegade usa bem seu motor 1.3 turboflex T270 auxiliado pelo sistema híbrido leve (Mild Hybrid Electric Vehicle) de 48V. São 176 cavalos de potencia e 27,5 kgfm de torque (etanol ou gasolina), respondendo bem com a caixa de câmbio automática de 6 velocidades e ligado ao virabrequim (substitui o alternador e o motor de arranque). O sistema híbrido leve não traciona as rodas sozinho, mas auxilia nas arrancadas, retomadas e reduz o consumo de combustível entre 6% e 10%.


A versão Sahara MHEV é a mais urbana e vem equipada com teto solar panorâmico, pintura bitom (teto preto), grade dianteira atualizada com as sete fendas e rodas de 18 polegadas. De pegada justa, o conjunto mecânica reforça a segurança, principalmente nas ultrapassagens. O motorista tem banco com ajuste elétrico e a Jeep oferece uma central multimídia de 10,1 polegadas (com Android Auto e Apple CarPlay sem fio), painel digital de 7 polegadas, ar-condicionado digital de duas zonas, e carregador por indução. Seu porta-malas é de 385 litros.

A história do Renegade transmite segurança no Brasil. Ofertado em várias versões, incluindo a de tração 4×4, o Renegade tem agora um novo irmão – o moderno Avenger – no portfólio Jeep. Por enquanto, os dois estão em plena harmonia mas há risco do Avenger ocupar mais espaço no segmento de SUV’s de entrada no Brasil.


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